Um vídeo fractal altamente psicadélico!
06/Março/2010 por Pinto Jacinto
Este vídeo fractal é como as célebres pilhas: dura e dura e dura… uma experiência de pura matemática visual.
06/Março/2010 por Pinto Jacinto
Este vídeo fractal é como as célebres pilhas: dura e dura e dura… uma experiência de pura matemática visual.
30/Dezembro/2009 por Pinto Jacinto
Tinha descoberto este vídeo e queria colocá-lo aqui antes do Natal, mas passou-se-me.
Peço desculpa, mas ainda assim vale a pena ver este rapaz japonês, uma “human beat box” a cantar (tocar?) um medley de Natal. O Jingle Bells (a partir da marca 1:15) então é imperdível. Espero que gostem!
30/Dezembro/2009 por Manuel de Freitas
Um telemóvel-máquina-de-barbear. A sério.
O anúncio é japonês mas o aparelho é chinês.
Visto aqui (com vídeo, para quem ainda não acredita).
30/Dezembro/2009 por Manuel de Freitas
Esta árvore está colocada num centro comercial de Tóquio e reflecte o culto dos japoneses pelo coleccionismo de miniaturas, neste caso do Pai-Natal:

Muito original! Pormenor da árvore:

19/Dezembro/2009 por Pinto Jacinto
2010 vem aí mas nunca mais é 2020. Esse deve ser o ano em que poderemos ter revistas assim, que por enquanto ainda estão na fase de prova de conceito:
19/Dezembro/2009 por Pinto Jacinto
Mobile Mobile é o nome duma instalação artística numa agência interactiva londrina. É composta por um conjunto de telemóveis, cada um dos quais tocando uma nota. Os telemóveis tocam uma música de Natal, como se vê no vídeo abaixo, ou tocam o que você quiser, através desta página. Experimente!
17/Dezembro/2009 por Manuel de Freitas
Já tinham aparecido antes, e foi até por causa do seu sucesso que ganharam direito a uma série própria, a primeira série de animação em horário nobre na televisão americana desde os Flintstones.
São Os Simpsons, esta família que há exactamente 20 anos aparecia na sua série, e que ainda hoje continua activa.
Não sei porque não há mais livros dos Simpsons em Portugal. Encontrei apenas dois, ambos de 1992 e ambos esgotados. Um deles, quando foi editado pela Quimera (salvo erro, traduzido por Rui Zink), já eu o tinha comprado na versão original. Alguma editora que se chegue à frente?
16/Dezembro/2009 por Manuel de Freitas
Com a aplicação “What the Font”, que corre no iPhone, é possível reconhecer fontes em qualquer lugar.
Este é o sonho de todos aqueles que sempre quiseram descrever uma fonte a um designer e não conseguiam. Junto duas imagens, de uma foto que tirei e do resultado da aplicação.
Nota: a foto é mais uma dica para os nossos próximos lançamentos em Janeiro!
(Escrito com alguma dificuldade num iPhone.)