Uma antevisão de livros interactivos no iPad

Então é assim que poderão ser os livros no iPad… Esta é uma apresentação da Penguin/Dorling Kindersley de alguns títulos que está a desenvolver para este formato:

Há que reconhecer que é fascinante, não é? É por isto que o nosso chefe diz que quer deixar de fazer livros em papel em 2020.

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Mais uns dados interessantes!

Fixem este endereço:

 

www.pordata.pt

 

pordata (1)

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Funcionaria por cá?

Estudei Línguas e Literaturas Modernas, na Universidade Nova de Lisboa. Um dos grandes problemas, ou o problema de sempre, eram os LIVROS! As edições, a confiança, as traduções, o não existirem no mercado, enfim, o que era bom não havia e o que havia não era bom, ou havia e nada acessível!

Dos Estados Unidos da América temos esta proposta. Se olharmos bem, veremos que por cá também faria furor!

Uma edição electrónica revista, modificada, adaptada à necessidade dos estudos de cada grupo de alunos, a cada projecto de ensino! E um terço do valor.

 

Macmillan US makes textbooks ‘dynamic’
23.02.10 | Catherine Neillan

Macmillan in the US is launching a digital publishing platform and line of interactive digital textbooks that can be customised by professors. The new service will allow teachers to freely customise and modify textbooks and then offer them to students as either a digital text or a printed version of the new book.

Dynamic Books will launch on 1st August with 20 titles, which can be downloaded or accessed online or purchased in print-on-demand print editions, growing to 100 titles for the initial period. DynamicBooks uses Ingram’s VitalSource Bookshelf platform and Lightning Source print-on-demand capability.

Clancy Marshall, general manager of Macmillan’s new Dynamic Books subsidiary unit, told Publlishers Weekly that the platform had been developed over the last two years, by assessing students, professors and textbook authors. “Students are unhappy with the prices of textbooks, professors hate revised editions, piracy is growing and e-textbooks currently in the market aren’t really selling,” Marshall said. In price terms, a traditional print textbook costing $150 (£96) will translate to roughly $47 as a Dynamic Book edition, Marshall told PW.

Students can access the Dynamic edition online or download it to a laptop, an iPhone or the forthcoming iPad. The books will be available directly from Macmillan and the Dynamic Books website as well as through college bookstores. In the run up to the launch, the site will offer information, demoes and tutorials about the new format.

US digital Macmillan Home academic Textbooks Catherine Neillan

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Os livros e os dados!

Meritoriamente, os portugueses têm a partir de hoje uma base de dados online para consulta, gratuito, e com dados interessantes. Porque se fala de livros, nós por cá decidimos averiguar o número de livros que a Biblioteca Nacional dispõe com títulos em Português.

É muito, é pouco? Não sei, porque tudo depende de rácios e relações e proporções, mas eles aqui estão:

 

pordata

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APEL com nova imagem a tempo da Feira do Livro

apel logo

À nova direcção, liderada por Paulo Teixeira Pinto, junta-se agora a nova imagem da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, APEL. Fruto de um concurso, a vencedora Rita Maia e Moura, docente de Desenho e Comunicação Visual e de Design de Comunicação do IADE – Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing, é a autora da nova imagem gráfica.

A professora participou no desafio com quatro propostas. A escolha foi unânime e feita pela direcção da APEL.

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E assim falam todas as línguas numa só casa! BaBeL

Vale sempre a pena ler o que foi dito no sábado, 6 de Fevereiro! E o porquê da data e dos nomes e de todas as cousas!

 

“Lisboa, 06 fev (Lusa) – O grupo editorial Babel foi hoje apresentado na Biblioteca Nacional pelo seu presidente, Paulo Teixeira Pinto, que o classificou como “uma pequena empresa com uma grande missão”.

“A Babel propõe-se primeiro fazer melhor para só depois fazer mais. A medida da missão da Babel é ser a principal editora de Portugal – embora não a maior”, disse Paulo Teixeira Pinto no auditório sobrelotado da Biblioteca Nacional.

Na sessão, que contou com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, e de diversas personalidades da cultura que integram o conselho editorial da Babel, presidido pelo neurocirurgião João Lobo Antunes, o responsável máximo do novo grupo apresentou brevemente as nove chancelas do grupo.

São elas: Pi (literatura infanto-juvenil), Arcádia (ficção e não ficção), Ulisseia (poesia e ficção) e Verbo (ensaio e ciência) – cujo diretor editorial será Jorge Reis-Sá -, Guimarães (filosofia e literatura), Ática (clássicos, poesia, teatro), K4 (livros de bolso, que serão quadrados) e Centauro (reservada para projetos especiais e parcerias institucionais) – a cargo do diretor editorial Vasco Silva – e Athena (livros de arte), com coordenação científica de Dalila Rodrigues.

Embora estas nove marcas estejam agrupadas sob o nome de Babel, Paulo Teixeira Pinto sublinhou que Babel “não é um grupo, porque é uma realidade única e singular como tal criada, não o resultado da soma abstrata de diferentes parcelas concretas”.

Entre as obras que a Babel vai lançar agora “e nas próximas semanas”, estão dois títulos de Graham Greene (“O Americano Tranquilo” e “O Nosso Agente em Havana”), “Viagem ao Fim da Noite”, de Louis-Ferdinand Céline, e “Um Arraial Português”, um livro de poesia de Rui Lage, todos com a chancela Ulisseia, “Memórias Laurentinas”, de Agustina Bessa-Luís, “O Físico Prodigioso”, de Jorge de Sena, e “Sodoma Divinizada”, de Raul Leal (um livro publicado por Fernando Pessoa nos anos 1920 e que foi apreendido pelas autoridades) na Guimarães.

Na Ática, que manterá as clássicas capas brancas e o desenho de Pégaso feito por Almada Negreiros, serão editados “Uma Mulher Sem Importância”, de Óscar Wilde, “Carta a um Herói Estúpido” e “Mensagem”, de Fernando Pessoa, com dois prefácios de David Mourão-Ferreira, uma peça de Kleist traduzida por Luísa Costa Gomes e “Babel em Redondilhas”, uma obra que reúne poemas de Camões, D. Francisco Manuel de Melo e Afonso Duarte, sugerida por Vasco Graça Moura, um dos elementos do conselho editorial.

Quanto à chancela de livros de bolso, a K4, o primeiro título é “A Queda de Um Anjo”, de Camilo Castelo Branco.

Paulo Teixeira Pinto salientou ainda que a apresentação da Babel aconteceu hoje, por se tratar do dia do nascimento do Padre António Vieira (06 de fevereiro de 1608), “inspirador e patrono da Babel” e “Imperador da Língua Portugueza”, como lhe chamou Fernando Pessoa na “Mensagem”.

Para assinalar a data, a Babel editou, sem chancela, uma obra intitulada “Índice das Cousas Mais Notáveis”, retirada dos sermões do jesuíta que faz hoje 402 anos que nasceu, com capa serigrafada.

Além das livrarias que já tem no Chiado e na Biblioteca Nacional, o grupo abrirá uma terceira loja em São Sebastião, agendada para 23 de abril, o Dia Mundial do Livro.

ANC.”

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A Booksmile e as redes sociais

Acabei de ler a newsletter da Meios e Publicidade. Gosto de saber o que se faz neste nosso terreiro luso em termos de promoção e imagem, ou promoção da imagem, ou imagem para a promoção…

“Principais marcas ainda estão cépticas quanto às redes sociais
3 de Fevereiro de 2010, por RUI OLIVEIRA MARQUES
Apenas um quinto das marcas considera as redes sociais um elemento central da sua estratégia de marketing, adianta um estudo do Internet Advertising Bureau (IAB), divulgado pelo Brand Republic. Vinte e dois por cento das marcas inquiridas referiram que já integram as redes sociais nas suas estratégias de promoção, enquanto 64 por cento dizem que o principal desafio destas plataformas reside em demonstrar o seu retorno. Mas, numa organização, quem deve ficar com a tarefa de lidar com as redes sociais? Um terço dos inquiridos aponta para o departamento de comunicação, 12 por cento para os departamentos de research e 7 por cento preferem os departamentos de TI.”

Achei curioso, porque ainda ontem a Booksmile respondeu a umas perguntas de uma revista exactamente sobre este tema! Redes sociais, facebook, twitter, youtube. Aguardem só mais um pouco, porque a curiosidade também aguça o engenho, mas principalmente: promove a imagem!

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UNESCO: Lisboa candidata-se a Capital Mundial do Livro 2013

Paris, 18 Jan (Lusa) – A cidade de Lisboa é candidata a Capital Mundial do Livro da UNESCO para 2013, afirmou hoje à Agência Lusa em Paris o embaixador português junto daquela organização.

“O desafio da candidatura de Lisboa foi assumido após a ideia ter sido bem acolhida pela Câmara Muncipal de Lisboa (CML) e pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL)”, declarou Manuel Maria Carrilho, embaixador português junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.

O ex-ministro da Cultura acrescentou que a candidatura de Lisboa a Capital Mundial do Livro ficou definida após encontros recentes com António Costa, presidente da CML, e Paulo Teixeira Pinto, que lidera actualmente a APEL.

A candidatura prevê a elaboração de um programa extenso de actividades para o ano de 2013, associadas à promoção do livro e da leitura.

A iniciativa de uma Capital Mundial do Livro foi lançada pela UNESCO em 2001, com Madrid, tendo a organização decidido que as cidades seguintes seriam Alexandria (Egipto) e Nova Deli (Índia).

Desde então, e por um processo internacional de candidaturas, foram escolhidas Antuérpia (Bélgica), Montréal (Canadá), Turim (Itália), Bogotá (Colômbia), Amesterdão (Holanda), Beirute (Líbano), Ljubljana (Eslovénia) e Buenos Aires (Argentina).

PRM

Lusa/fim

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Um “publicity stunt” nos livros

Publicity stunt, segundo a Wikipedia, diz-se golpe, jogada ou truque de publicidade em português. É um termo que aprendi com os americanos, que são especialistas em criar acontecimentos pouco convencionais para promover os seus produtos, e que por cá pouco se usa porque pouco se faz.

Os publicity stunts nem sempre são imediatamente identificáveis como tal, porque levar os espectadores a acreditar no que estão a ver sem parecer que estão a ser manipulados é uma componente muito importante na eficácia da acção.

Aqui está um stunt que a Livros d’Hoje, chancela da Dom Quixote, fez [ou melhor: tenho de dizer que acho que fez, no caso de não ser verdade] na semana passada no Chiado, Lisboa:

Image

Muito bom, original, com humor! Só o cartaz da frente é infeliz por ser demasiado óbvio na mensagem publicitária. Mais se façam!

Foto de Rogério Santos, retirada do blogue dele.

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A posição da BOOKSMILE sobre o Acordo Ortográfico

Esta é a posição oficial da BOOKSMILE sobre o Acordo Ortográfico de 1990 (AO) que está para entrar em vigor.

É uma posição pragmática:

A BOOKSMILE irá adoptar o AO quando as editoras de manuais escolares o adoptarem.

O jornal Record adoptou o AO e não fez diferença. Por não ter sido acompanhado nessa decisão, neste momento causa estranheza nas bancas de jornais.

O decano, respeitado e sábio editor Mário de Moura, da Vogais & Cia., adoptou o AO e não fez diferença. Por não ter sido acompanhado nessa decisão, os seus livros destacam-se nas prateleiras por parecerem importados, mesmo brasileiros.

Não queremos causar estranheza nem parecer brasileiros. O importante é encontrar o momento certo da adopção do AO, dada a amplitude do prazo de aplicação (seis anos) para o fazer.

Esse momento certo é aquele que será irreversível, o ponto de não-retorno na aprendizagem da nova ortografia.

Esse momento certo não foi o momento da adopção pelo Record e pela Vogais & Cia. – esse momento passou e nada aconteceu.

Esse momento certo não foi o momento de edição de dicionários e guias e vocabulários oficiais – esse momento passou e nada aconteceu.

Mas quando as crianças e jovens passarem a estudar pelo AO, elas irão querer continuar a ler, para lá dos manuais, pelo AO. É esse o momento certo e será esse o momento em que adoptaremos o AO.

Aguardemos pois que os editores de manuais escolares definam o momento da adopção do AO.

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