Já foi decretada a alteração ao Código do IVA que permite que as ofertas ou doações de livros, ou, como a lei lhe chama, as “transmissões a título gratuito” passem a estar isentas de IVA quando os ofertados se incluam na seguinte lista:
IPSS
ONG sem fins lucrativos
Ministério da Cultura
“instituições de carácter cultural e educativo” (escolas?, museus?, bibliotecas?)
centros educativos de reinserção social
prisões
Nos dois primeiros casos, os livros têm de se destinar a “posterior distribuição a pessoas carenciadas”, presumivelmente (mas não obrigatoriamente?) também oferecidos.
A qualquer outra pessoa podemos continuar a oferecer livros, desde que paguemos o IVA ao estado sobre o valor da oferta.
Na BOOKSMILE, dentro do nosso programa de consciência social e de integração na comunidade, vamos trabalhar com as cinco escolas (do JI ao 12.º Ano), a biblioteca pública e as duas IPSS da nossa freguesia, e contribuir com ofertas para as suas bibliotecas e para programas de incentivos/prémios aos alunos que as escolas queiram instituir. Esta lei é apenas mais um incentivo para que iniciativas como a nossa se mantenham e multipliquem pelo país fora.
Estar no PNL é importante para uma editora, por duas razões:
porque significa o reconhecimento, por um júri oficial, da qualidade dos títulos seleccionados para o PNL; é como que um prémio para o trabalho dos profissionais e colaboradores da editora;
porque significa a possibilidade de os professores solicitarem, a turmas inteiras de cada vez, a leitura de algum título da editora, daí resultando importantes vendas adicionais, tantas vezes com um peso decisivo no volume de vendas da editora.
Não é por acaso que os tops de vendas infantis, quando começa o ano escolar, passam a ser dominados por livros do PNL. Os professores é que mandam comprar, mas só mandam comprar o que estiver no PNL.
Foi pois com muita alegria que recebemos a notícia de que alguns títulos (e, por extensão, colecções) do nosso primeiro ano de actividade editorial foram escolhidos para integrarem a lista de livros aconselhados do PNL. São eles:
ColecçãoMatias e Matilde (Pré-Escolar para leitura na sala de aula – recomendamos para idades 3+)
ColecçãoGalope! (Pré-Escolar e 1.º ano de escolaridade para leitura autónoma – recomendamos para idades 2+)
ColecçãoPrincesa Poppy Ilustrados (2.º e 3.º anos de escolaridade para leitura autónoma – recomendamos para idades 4+)
ColecçãoPrincesa Poppy Histórias (3.º ano de escolaridade para leitura autónoma – recomendamos para idades 7+)
Trata-se, acreditamos, do reconhecimento da preocupação que a BOOKSMILE tem não só com a qualidade dos títulos que selecciona para publicação mas, acima de tudo, com a escolha dos profissionais que colaboram na elaboração das obras.
A todos esses profissionais que colaboram com a BOOKSMILE… o nosso obrigado. E aos jovens leitores, pais e professores que confiam em nós… o nosso obrigado.
A lista completa do PNL pode ser descarregada aqui.
Nem mais… Apple censura Camilo Castelo Branco e o ecrã aqui ao lado é a prova.
É conhecida a obsessão da Apple e do seu fundador Steve Jobs por manter o ecossistema do iPhone livre de pornografia e de obscenidade. Não há lá dessas coisas tanto quanto a Apple consegue controlar, e ela bem se esforça por controlar.
Mas agora essas coisas também vêm sob a forma de livros. A Apple lançou a aplicação iBooks (a qual corre em iPad, iPhone e iPod), com a qual se podem adquirir e descarregar ebooks. Para já, todos os títulos são do domínio público, tanto em língua portuguesa como noutras, sobretudo o inglês.
Ora, a passagem dos títulos dos livros pelo filtro de pornografia e obscenidade da Apple resultou nesta inadvertida e até cómica censura a Camilo… Quem diria que a “bestialidade inglesa” viria a ser censurada um dia, e logo por americanos, hem?
Agora, das duas uma: ou a Apple desaperta rapidamente esta regra, ou a História Mesmo Bestial que vamos publicar em breve (e que até é para crianças) também vai ter o mesmo problema.
Existe uma empresa que se chama Palco das Palavras, Lda. Essa empresa é detentora da marca registada BOOKSMILE, que é usada como chancela dos livros que a empresa edita. Somos nós.
Existem razões concretas para o nome da empresa não ter sido usado como chancela. Logo no dia a seguir à constituição da empresa escrevi aqui isto:
Iremos iniciar a nossa actividade com uma chancela, mas admitimos vir a ter mais chancelas;
Não queremos que a chancela, que entendemos dever ser reservada para o domínio editorial, se confunda com a firma, que entendemos dever ser reservada para o domínio de negócio;
Se viermos a publicar sob várias chancelas, não queremos que uma delas aparente sobrepor-se às outras só por ser idêntica à firma.
Portanto, para o mercado e para os leitores, somos BOOKSMILE; para contabilistas e Fisco, somos Palco das Palavras, Lda.
É assim tão difícil de aceitar isto, ó poderosaApple, criadora do iPhone e do iPad?
É que a omnipotente Apple lançou a aplicação iBooks com o iPad, e esta semana vai lançá-la também para o iPhone 4. E atrás vem a iBookstore, uma loja virtual onde queremos vender os nossos ebooks.
Mas queríamos estar presentes na iBookstore como BOOKSMILE, não como Palco das Palavras, Lda., que é o que a prepotente Apple impõe. Só nos podemos registar e apresentar aos leitores com o nome da empresa, mais nada.
E não há volta a dar. Por isso é que sou adepto de sistemas abertos para evitar esta ditadura. Android em vez de iOS, sempre!, a não ser que alguém compreenda a imbecilidade daquela regra e venha em nosso auxílio.
Já começam a aparecer mais livros a fazer uso dos novos códigos de barras em 2D. Este é espanhol, da Everest, e usa o QR-code como parte integrante da sua proposta editorial, para que o livro esteja sempre actualizado:
E por cá, qual será a segunda editora a colocar sistematicamente códigos 2D nos seus lançamentos, como nós já vimos fazendo há um mês?
Em comentário a este artigo, António Filpe escreveu:
Gostava de saber se apoiam novos escritores, não novos na idade, mas na escrita, já escrevi vários contos infantis mas nunca publiquei, eu estou a pensar escrever uma colecção. A Minha pergunta será se podiam-me apoiar, visto não ter condições financeiras para tal.
Obrigada
Caro António,
Respondo-lhe em artigo e não em comentário, porque o ângulo da sua pergunta é novo e interessante: o António quer “publicar”, mas não tem dinheiro para o fazer, e quer saber se o podemos apoiar, suponho que na forma de apoio financeiro.
A resposta é simples e, como de costume, cruel: se você não tem dinheiro para fazer uma edição de autor, resta-lhe recorrer ao mérito da sua escrita. Encontre uma editora que se entusiasme com o que escreve e não só você não pagará nada como ainda é capaz de vir a receber dinheiro por cima.
Para saber se essa editora seremos nós, veja os procedimentos que deve seguir aqui. Obrigado.
Somos a primeira editora portuguesa de livros ilustrados de qualidade para o grande público.
Os nossos livros são presentes ideais - para a família, para os amigos, e também para si!
Conseguimos surpreender miúdos e graúdos, fazendo jus ao nosso lema: