29/Abril/2010 por Manuel de Freitas
29 de Abril de 2009: o primeiro título da BOOKSMILE, Galope!, era posto à venda.
29 de Abril de 2010: aqui estamos a festejar o nosso primeiro aniversário, e a cantar “parabéns a vocês“!
Não vamos relembrar aqui a história deste ano, porque ela já está toda contada aqui. Queremos é explicar porque cantamos os “parabéns a vocês“: é graças a vós que estamos aqui, e isso não podemos nunca esquecer. Vós leitores, compradores, livreiros, distribuidor e vendedores, críticos, divulgadores, amigos virtuais, amigos reais, que acreditaram no nosso projecto e têm estado ao nosso lado desde a primeira hora. Se a nossa aventura acabasse hoje, já teria valido a pena, mas o melhor é que entramos no nosso segundo ano com ainda mais ânimo, experiência e vontade de vos servir (e nada melhor que entrar no segundo ano com a licença da FIFA e do Mundial de Futebol, não é?).
À nossa pequena equipa interna – excelente, excelente, passe a imodéstia -, juntam-se os nossos colaboradores externos especializados – excelentes, excelentes: consultores, tradutores, revisores, designers, compositores e gráficas. Também sem vós não chegávamos lá. Os vossos nomes, que muitas vezes ficam escondidos nas fichas técnicas dos livros, merecem reconhecimento. Por isso aqui mencionamos aqueles com quem tivemos o prazer e o privilégio de trabalhar durante este ano, por ordem alfabética:
Ana Silveira, Ana T. Afonso, Booktailors, Conceição Candeias, Digiscript, Dulce Afonso, Gráfica 99, Henrique Rocha, Isabel Ferreira, Isabel Fraga, Isabel Santos, Kuick Design, Maria Correia, Mário Félix Artes Gráficas, Marta Soares Cardoso, Michelle Hapetian, Mónica Guerreiro, Orlando Gaspar, Ricardo Sequeira, Rosário Jordão, RPO, Rui Azevedo, Rui Martinho, Sersilito, Susana Marques, Susana Oliveira, Transgráfica
Mais uma vez, a todos vós, muito obrigado! A festa continua pelo ano fora e estão todos convidados.
19/Abril/2010 por BOOKSMILE
Sinceramente, Islândia, se vocês não sabem controlar um vulcão, não deviam ter um.
Acabámos por não conseguir ir à Feira do Livro de Londres. Við erum dapur.
19/Abril/2010 por Manuel de Freitas
Parece que o novo Acordo Ortográfico (AO) entrou em vigor em Portugal a 1 de Janeiro deste ano de 2010, ou ainda antes, algures em 2009, quando a lei foi publicada no DR, ou ainda antes, algures no tempo perdido, quando os primeiros três países lusófonos ratificaram o acordo.
Do ponto de vista do negócio nada temos a recear com o AO, porque nem os brasileiros entrarão por aqui adentro para nos fazer concorrência, já que tem sempre de ser feita uma edição específica para Portugal por causa das diferenças linguísticas (que a ortografia unificada não resolve), nem os livros já impressos e no mercado serão deitados ao lixo.
Do ponto de vista político é que é preocupante a total inabilidade na gestão do calendário de entrada em vigor do AO, com cada entidade e organismo público e privado a usar o seu próprio critério por não ter havido instruções claras do poder executivo. É inconcebível que o Diário da República já esteja a aplicar o AO (mas como, se ainda não há um vocabulário oficial?), mas os editores não, porque até ao último momento não sabiam quando e se o AO ia ser aplicado.
Por estas razões é que a nossa posição relativamente ao AO é inteiramente pragmática, tal como já aqui tinha deixado: deixamos de lado a política e as politiquices, que são para quem gosta desses jogos, e aplicaremos o AO quando as editoras de livros escolares o fizerem. É que será só a partir desse momento que os nossos leitores jovens exigirão a nova ortografia; para os leitores menos jovens, quanto mais tarde aplicarmos o AO, melhor.
E afinal quando é que as editoras de livros escolares vão aplicar o AO? Já em 2010/2011, em que haverá alguns programas novos que requerem livros completamente novos? Ou em 2011/12, como sugeriu a ministra da Educação? Aguardamos um sinal de fumo, porque é certo e sabido que será tão em cima da hora que depois teremos de ir acudir ao fogo.
16/Abril/2010 por Manuel de Freitas
A propósito do artigo anterior que mostrava o primeiro “ebook obrigatório” para iPad, lembrei-me de umas respostas que dei há uns tempos (antes da saída do iPad) a Lúcia Crespo, do Jornal de Negócios, sobre ebooks, iPad e o nosso futuro:
De que forma é que a Booksmile se está a preparar para esta revolução? Recordo-me de Manuel Freitas referir: “Quero publicar obras em papel electrónico, a cores e com maior interactividade”.
Está no nosso DNA inovar e provocar inovação e é isso que significa o nosso lema “livros que saltam à vista”. Mas ainda não é possível fazer ebooks que saltem à vista. Cores e interactividade? Vamos ver se o iPad cumpre, se bem que como leitor de ebooks ainda custa um olho da cara.
Mas a vossa maior aposta é no papel, correcto?
Sim, mas a curva de importância do papel irá declinando até 2020, ano em que publicaremos o último livro em papel. Não que desapareça completamente a procura de livros em papel mas o nosso objectivo é esse porque queremos ir à frente e continuar a inovar.
Consideram que em Portugal existe massa crítica para a leitura de livros digitais, através de e-book readers ou outros dispositivos digitais?
Se existe massa crítica? Claro que ainda não, mas o problema do ovo e da galinha aplicado a este caso é claro: são os editores que têm de organizar uma oferta de ebooks em português antes que os portuueses comprem leitores de ebooks. E eu disse editores, não disse editores portugueses… A ameaça é real se os editores portugueses não se organizarem.
Consideram que o mercado das editoras em Portugal está, de uma forma geral, preparado para dar resposta à evolução tecnológica?
Estamos a falar de um pouco de evolução de mentalidade editorial e um muito de investimento de capital em plataformas de distribuição. Este investimento só é comportável se partilhado entre editoras. Portanto, as editoras que se organizem e idealmente sob o chapéu da APEL.
01/Abril/2010 por BOOKSMILE
O negócio Booksmile/Leya terminou mal. No meio da nossa alegria pelo anúncio público nesta data da aquisição duma pela outra, resolvemos inserir uma mentirinha do 1.º de Abril, relacionada com o nosso cão.
Nós temos realmente um cão. Mas parece que alguém não percebeu que nós NÃO ÍAMOS DEIXAR O CÃO PARA TRÁS por a Leya não o querer nem o íamos oferecer como prémio num concurso. Era peta! e pensámos que toda a gente iria descobrir. Aparentemente, toda a gente menos uma pessoa, que ligou para a SPA a queixar-se de crueldade animal.
Agora o mal está feito. A SPA ligou para a Leya, que ligou para nós a dizer que não quer mais um escândalo, ainda por cima um envolvendo cães que iria pôr logo Manuel Alegre, autor do aclamado Um Cão Como Nós, a vociferar de novo contra a sua editora.
Razão tinha o Blogtailors quando disse que uma notícia destas só podia ser dada no dia de hoje. Noutro dia agora será impossível, que a Leya nunca mais nos quer comprar. Tempo de começar a aprender geometria quadrática e voltar a falar com a Babel.
01/Abril/2010 por BOOKSMILE
Na sequência do comunicado de hoje, esclarecemos que a palavra Booksmileya se deve pronunciar oficialmente a rimar com semicolcheia. No entanto, internamente, preferimos a versão booksmile-IÁ!, com ênfase na última sílaba.
Agradecemos também que actualizem os vossos bookmarks, marcadores, favoritos e contactos, pois o domínio booksmile.pt será brevemente substituido pelo domínio booksmile.ya. Também deverão fazer esta alteração nas fichas técnicas dos livros que estão na vossa posse (aconselhamos uma BIC Cristal preta para o efeito).
Note que as fichas técnicas nos livros que agora ficaram erradas NÃO estão abrangidas pela nossa GARANTIA INCONDICIONAL de satisfação e qualidade. NÃO TENTE devolver um livro sob essa razão, porque fica sem o livro e sem o dinheiro, e quem o avisa seu amigo é!
PS Quem quer um cão?