<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blogue BOOKSMILE, livros que saltam à vista &#187; Pessoal &#8211; José de Noronha Brandão</title>
	<atom:link href="http://blogue.booksmile.pt/category/artigos-pessoais/pessoal-jose-de-noronha-brandao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogue.booksmile.pt</link>
	<description>Editamos livros que saltam à vista</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 08:21:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Para se reflectir seriamente!</title>
		<link>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/para-se-reflectir-seriamente/</link>
		<comments>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/para-se-reflectir-seriamente/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 13:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José de Noronha Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal - José de Noronha Brandão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogue.booksmile.pt/2010/02/para-se-reflectir-seriamente/</guid>
		<description><![CDATA[Li hoje no i este artigo. Até que ponto não é grave a situação em si, a aceitação da situação e a mudança de perspectiva? Fica o desafio para reflexão&#8230; Não é plágio, é corta e cola&#8230; &#8220;Normalmente um autor leva décadas a merecer a lisonja dos críticos literários, a chegar à lista dos livros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li hoje no i este <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/48403-nao-e-plagio-e-corta-e-cola">artigo</a>. Até que ponto não é grave a situação em si, a aceitação da situação e a mudança de perspectiva? Fica o desafio para reflexão&#8230;</p>
<p><strong><a href="http://www.ionline.pt/conteudo/48403-nao-e-plagio-e-corta-e-cola">Não é plágio, é corta e cola&#8230;</a></strong></p>
<p>&#8220;Normalmente um autor leva décadas a merecer a lisonja dos críticos literários, a chegar à lista dos livros mais vendidos e a tornar-se finalista num concurso para atribuição de um prémio literário importante. Helene Hegemann, de apenas 17 anos, conseguiu tudo isso com o primeiro livro, no espaço de poucas semanas e apesar das críticas ferozes que a acusam de plágio.</p>
<p>No mês passado, a publicação do romance em que uma rapariga de 16 anos explora o mundo da droga e dos clubes nocturnos de Berlim, depois da morte da mãe, e que tem por título &#8220;Axolotl Roadkill&#8221; foi louvada em grandes parangonas pelos jornais e revistas alemães como uma estreia fantástica, sobretudo tratando- -se de uma autora tão jovem. O livro disparou para a 5.a posição na lista dos livros (de capa dura) mais vendidos da revista &#8220;Der Spiegel&#8221;.</p>
<p>Para a manifestamente dotada Hegemann, já autora de uma peça de teatro (escrita e representada) e um filme (escrito, realizado e exibido nos cinemas), tratou-se de uma ascensão precoce à categoria do estrelato artístico. Isto é, até ao dia em que um bloguista revelou que o romance contém material retirado de outro romance menos conhecido, &#8220;Strobo&#8221;, de um autor cujo pseudónimo é Airen. Num dos casos, trata-se da reprodução quase integral de uma página inteira.</p>
<p>À medida que outras fontes não identificadas começaram a ser reveladas, os elogios transformaram-se rapidamente numa torrente de indignação que faz lembrar o escândalo, em 2006, a propósito de uma aluna do 2.o ano da Universidade de Harvard, Kaavya Viswanathan, que se descobriu ter plagiado várias passagens no seu muito aclamado romance de estreante. Mas o caso de Hegemann inflectiu de maneira muito diferente.</p>
<p>Na quinta-feira foi anunciado que o livro de Hegemann ia ser um dos finalistas para o prémio de 15 mil euros da Feira do Livro de Leipzig, na categoria de ficção. E um dos membros do júri disse na quinta-feira que estavam cientes das acusações de plágio antes de terem feito a selecção final.</p>
<p>Hegemann viu-se no meio de uma luta, senão mesmo de um combate mortal, entre o mundo literário tradicional, todo ele decoro e sensatez, de um país que venera escritores, de Goethe e Mann a Grass, e a cultura da juventude de Berlim, de DJ e artistas que sacam amostras daqui e dali sem pensar duas vezes e que, com isso, insuflam criatividade em formatos antigos. Como diz Edmond, uma das personagens, no livro, &#8220;Berlim existe para misturar tudo com tudo&#8221;.</p>
<p>A declaração é potente, mas a frase foi escrita originalmente por Airen, no blogue dele. Contudo, o argumento adensa&#8211;se e mostra que este caso tem contornos que ultrapassam o simples plágio. Quando outra personagem pergunta a Edmond se foi ele próprio que inventou aquela frase, ele responde: &#8220;Eu saco coisas de todos os lugares que me inspiram.&#8221;</p>
<p>&#8220;Claro que, a meu ver, nada disto é completamente limpo, mas não me faz alterar a avaliação que faço do texto&#8221;, disse Volker Weidermann, membro do júri e crítico literário da edição dominical do jornal &#8220;Frankfurter Allgemeine&#8221;, um forte apoiante da autora. &#8220;Para mim, faz parte do conceito do livro.&#8221;</p>
<p>Embora Hegemann tenha pedido desculpa por não ter sido mais frontal no que diz respeito às fontes que usou, também se defendeu na qualidade de representante de uma nova geração que mistura e congrega livremente material do rio de informação que atravessa suportes e meios novos e velhos, para criar algo de inovador. &#8220;De qualquer maneira, a originalidade é uma coisa que não existe, só a autenticidade&#8221;, diz Hegemann numa declaração divulgada pela sua editora depois de o escândalo ter rebentado.</p>
<p>No princípio, o agente dela, Petra Eggers, dizia que os críticos não eram capazes de fazer a distinção entre o protagonista de 16 anos do romance e a autora. &#8220;Agora é ao contrário, não sobrou nada&#8221;, diz Eggers. &#8220;Dizem até que nenhuma das palavras é dela.&#8221;</p>
<p>Deef Pirmasens, o bloguista que descobriu as passagens retiradas de &#8220;Strobo&#8221;, diz que dá de barato que umas quantas palavras ou expressões acabem por surgir numa obra à guisa de inspiração, mas que reparou rapidamente que há demasiadas para que seja uma coincidência. &#8220;Não acho isso legítimo pegar numa página inteira de um autor, como Helene Hegemann reconheceu ter feito, com apenas leves alterações e sem o consentimento do autor&#8221;, diz Pirmasens.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/para-se-reflectir-seriamente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alice no País das Maravilhas &#8211; um filme a deixar-nos a todos muito curiosos!</title>
		<link>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/alice-no-pais-das-maravilhas-um-filme-a-deixar-nos-a-todos-muito-curiosos/</link>
		<comments>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/alice-no-pais-das-maravilhas-um-filme-a-deixar-nos-a-todos-muito-curiosos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 19:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José de Noronha Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal - José de Noronha Brandão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogue.booksmile.pt/2010/02/alice-no-pais-das-maravilhas-um-filme-a-deixar-nos-a-todos-muito-curiosos/</guid>
		<description><![CDATA[Mas como a curiosidade com música é sempre mais agradável de se suportar&#8230; &#160; Aqui fica! &#160; Alice &#8211; OFFICIAL MUSIC VIDEOS from Julian.R.Latif on Vimeo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mas como a curiosidade com música é sempre mais agradável de se suportar&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aqui fica!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="400" height="227"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9524868&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9524868&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="227" /></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/9524868">Alice &#8211; OFFICIAL MUSIC VIDEOS</a> from <a href="http://vimeo.com/user3195677">Julian.R.Latif</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/alice-no-pais-das-maravilhas-um-filme-a-deixar-nos-a-todos-muito-curiosos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ainda há notícias de abrir o apetite económico!</title>
		<link>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/ainda-ha-noticias-de-abrir-o-apetite-economico/</link>
		<comments>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/ainda-ha-noticias-de-abrir-o-apetite-economico/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 19:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José de Noronha Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal - José de Noronha Brandão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogue.booksmile.pt/2010/02/ainda-ha-noticias-de-abrir-o-apetite-economico/</guid>
		<description><![CDATA[O Buzz tem as suas vanjagens: no que toca aos jornais que já se ligaram, e que sigo &#8211; só mesmo o i, é certo, mas tenho esperança que venham a ser todos!, quando actualizam ou colocam uma nova notícia, aparece-nos imediatamente na caixa do gmail! &#160; Neste caso, achei absolutamente delicioso ler que um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Buzz tem as suas vanjagens: no que toca aos jornais que já se ligaram, e que sigo &#8211; só mesmo o i, é certo, mas tenho esperança que venham a ser todos!, quando actualizam ou colocam uma nova notícia, aparece-nos imediatamente na caixa do gmail!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste caso, achei absolutamente delicioso ler que um <a href="http://www.ionline.pt/conteudo/48114-banco-quer-drive-in-igual-ao-do-mcdonalds">banco chinês</a>, em busca de metas lucrativas no mais curto espaço de tempo, deseja seguir o exemplo da McDonalds!</p>
<p><img alt="mac banco" src="http://blogue.booksmile.pt/ficheiros/mac_banco.jpg" width="400" height="225" /></p>
<p>Conseguem imaginar-se no restelo, na A5, na 2ª Circular, a parar e a tratar de tudo o que às nossas contas bancárias diz respeito?</p>
<p>Em Portugal, temo apenas que se aos MB, até retroescavadoras servem, para estes Drive-In, não quero sequer imaginar&#8230; o que farão!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/ainda-ha-noticias-de-abrir-o-apetite-economico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Boa ideia&#8230;</title>
		<link>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/boa-ideia/</link>
		<comments>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/boa-ideia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 17:54:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José de Noronha Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal - José de Noronha Brandão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogue.booksmile.pt/2010/02/boa-ideia/</guid>
		<description><![CDATA[Dizia-me a colega do lado, que depois fez o favor de enviar a imagem por email: se a chuva continuar, podemos sempre recorrer a isto! &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dizia-me a colega do lado, que depois fez o favor de enviar a imagem por email: se a chuva continuar, podemos sempre recorrer a isto!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img alt="GroteFotoJ7CT" src="http://blogue.booksmile.pt/ficheiros/grotefotoj7ct.jpg" width="295" height="221" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/boa-ideia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Teatro nas Farmácias</title>
		<link>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/teatro-nas-farmacias/</link>
		<comments>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/teatro-nas-farmacias/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 17:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José de Noronha Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal - José de Noronha Brandão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogue.booksmile.pt/2010/02/teatro-nas-farmacias/</guid>
		<description><![CDATA[De vez em quando sou assolado por dúvidas existenciais. Não sei se por ser carnaval, se por puro agendamento de acções, mas lia esta notícia: Laboratórios Azevedos vai levar teatro às montras das farmácias, 15 de Fevereiro de 2010. E pensei, mas o teatro vai ser real? 20 minutos entretidos com que público? Pelo acaso? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De vez em quando sou assolado por dúvidas existenciais. Não sei se por ser carnaval, se por puro agendamento de acções, mas lia esta notícia:</p>
<p><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/02/15/laboratorios-azevedos-vai-levar-teatro-as-montras-das-farmacias/">Laboratórios Azevedos vai levar teatro às montras das farmácias, 15 de Fevereiro de 2010</a>.</p>
<p>E pensei, mas o teatro vai ser real? 20 minutos entretidos com que público? Pelo acaso? Vender um produto pediátrico que terá as suas vantagens à custa de pura atracção comercial&#8230;</p>
<p>Bem sei que no mercado infantil, seja de brinquedos, livros, roupa, alimentar, lazer, etc, tudo se joga para se atrair a faixa mais apetecível de clientes &#8211; os-que-querem-porque-querem-e-os-pais-têm-que-pagar-por-isso (ufa!), mas desta forma? Os limites são sempre a definição de quem os consegue ou impor ou contornar, mas assim, desta forma? Numa farmácia? À custa do melhor que todos os pais desejam para a saúde dos seus filhos?</p>
<p>Como dizia ao início, de vez em quando sou assolado por dúvidas existenciais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/teatro-nas-farmacias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um bom anúncio faz-nos sempre reflectir!</title>
		<link>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/um-bom-anuncio-faz-nos-sempre-reflectir/</link>
		<comments>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/um-bom-anuncio-faz-nos-sempre-reflectir/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 12:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José de Noronha Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal - José de Noronha Brandão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogue.booksmile.pt/2010/02/um-bom-anuncio-faz-nos-sempre-reflectir/</guid>
		<description><![CDATA[De facto temos todos deficiências! Mas é no que melhor podemos dar e fazer em nome de uma equipa que nos devemos concentrar! &#160; Fica a ideia e a reflexão. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De facto temos todos deficiências! Mas é no que melhor podemos dar e fazer em nome de uma equipa que nos devemos concentrar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fica a ideia e a reflexão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iLpwWUKm6KA&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/iLpwWUKm6KA&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340" /></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/um-bom-anuncio-faz-nos-sempre-reflectir/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por amanhã, pela Rosa, por sempre!</title>
		<link>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/por-amanha-pela-rosa-por-sempre/</link>
		<comments>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/por-amanha-pela-rosa-por-sempre/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 18:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José de Noronha Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal - José de Noronha Brandão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogue.booksmile.pt/2010/02/por-amanha-pela-rosa-por-sempre/</guid>
		<description><![CDATA[Vale a pena ler aqui estas palavras para a Rosa Lobato Faria, por Rosa Lobato Faria! &#160; &#8220;Rosa Lobato Faria João Lemos A escritora, letrista e actriz Rosa Lobato Faria, morreu hoje, dia 2, aos 77 anos, depois de uma semana de internamento num hospital privado. Foi colaboradora (dizendo poesias) de David Mourão-Ferreira em programas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena ler <a href="http://aeiou.visao.pt/um-rasto-de-hortela=f546518">aqui</a> estas palavras para a Rosa Lobato Faria, por Rosa Lobato Faria!</p>
<p><img alt="rosa-lobato-faria-de41" src="http://blogue.booksmile.pt/ficheiros/rosa-lobato-faria-de41.jpg" width="490" height="265" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>
&#8220;Rosa Lobato Faria<br />
João Lemos<br />
A escritora, letrista  e actriz Rosa Lobato Faria, morreu hoje, dia 2, aos 77 anos, depois de uma semana de internamento num hospital privado. Foi colaboradora (dizendo poesias) de David Mourão-Ferreira em programas literários da televisão. Autora, entre outros, dos romances Flor do Sal, A Trança de Inês, Romance de Cordélia, O Prenúncio das Águas, ou mais recentemente A Estrela de Gonçalo Enes (ed. Quasi). Publicamos aqui a &#8216;autobiografia&#8217; que escreveu para o JL há dois anos</p>
<p>Autobiografia<br />
Quando eu era pequena havia um mistério chamado Infância. Nunca tínhamos ouvido falar de coisas aberrantes como educação sexual, política e pedofilia. Vivíamos num mundo mágico de princesas imaginárias, príncipes encantados e animais que falavam. A pior pessoa que conhecíamos era a Bruxa da Branca de Neve. Fazíamos hospitais para as formigas onde as camas eram folhinhas de oliveira e não comíamos à mesa com os adultos. Isto poupava-nos a conversas enfadonhas e incompreensíveis, a milhas do nosso mundo tão outro, e deixava-nos livres para projectos essenciais, como ir ver oscilar os agriões nos regatos e fazer colares e brincos de cerejas. Baptizávamos as árvores, passeávamos de burro, fabricávamos grinaldas de flores do campo. Fazíamos quadras ao desafio, inventávamos palavras e entoávamos melodias nunca aprendidas.</p>
<p>Na Infância as escolas ainda não tinham fechado. Ensinavam-nos coisas inúteis como as regras da sintaxe e da ortografia, coisas traumáticas como sujeitos, predicados e complementos directos, coisas imbecis como verbos e tabuadas. Tinham a infeliz ideia de nos ensinar a pensar e a surpreendente mania de acreditar que isso era bom.<br />
Não batíamos na professora, levávamos-lhe flores.</p>
<p>E depois ainda havia infância para perceber o aroma do suco das maçãs trincadas com dentes novos, um rasto de hortelã nos aventais, a angustia de esperar o nascer do sol sem ter a certeza de que viria (não fosse a ousadia dos pássaros só visíveis na luz indecisa da aurora), a beleza das cantigas límpidas das camponesas, o fulgor das papoilas. E havia a praia, o mar, as bolas de Berlim. (As bolas de Berlim são uma espécie de ex-libris da Infância e nunca mais na vida houve fosse o que fosse que nos soubesse tão bem).</p>
<p>Aos quatro anos aprendi a ler; aos seis fazia versos, aos nove ensinaram-me inglês e pude alargar o âmbito das minhas leituras infantis. Aos treze fui, interna, para o Colégio. Ali havia muitas raparigas que cheiravam a pão, escreviam cartas às escondidas, e sonhavam com os filmes que viam nas férias. Tínhamos a certeza de que o Tyrone Power havia de vir buscar-nos, com os seus olhos morenos, depois de nos ter visto fazer uma entrada espampanante no salão de baile onde o Fred Astaire já nos teria escolhido para seu par ideal.</p>
<p>Chamava-se a isto Adolescência, as formas cresciam-nos como as necessidades do espírito, música, leitura, poesia, para mim sobretudo literatura, história universal, história de arte, descobrimentos e o Camões a contar aquilo tudo, e as professoras a dizerem, aplica-te, menina, que vais ser escritora.</p>
<p>Eram aulas gloriosas, em que a espuma do mar entrava pela janela, a música da poesia medieval ressoava nas paredes cheias de sol, ay eu coitada, como vivo em gran cuidado, e ay flores, se sabedes novas, vai-las lavar alva, e o rio corria entre as carteiras e nele molhávamos os pés e as almas.</p>
<p>Além de tudo isto, que sorte, ainda havia tremas e acentos graves.<br />
Mas também tínhamos a célebre aula de Economia Doméstica de onde saíamos com a sensação de que a mulher era uma merdinha frágil, sem vontade própria, sempre a obedecer ao marido, fraca de espírito que não de corpo, pois, tendo passado o dia inteiro a esfregar o chão com palha de aço, a espalhar cera, a puxar-lhe o lustro, mal ouvia a chave na porta havia de apresentar-se ao macho milagrosamente fresca, vestida de Doris Day, a mesa posta, o jantarinho rescendente, e nem uma unha partida, nem um cabelo desalinhado, lá-lá-lá, chegaste, meu amor, que felicidade! (A professora era uma solteirona, mais sonhadora do que nós, que sabia todas as receitas do mundo para tirar todas as nódoas do mundo e os melhores truques para arear os tachos de cobre que ninguém tinha na vida real).</p>
<p>Mas o que sabíamos nós da vida real? Aos 17 anos entrei para a Faculdade sem fazer a mínima ideia do que isso fosse. Aos 19 casei-me, ainda completamente em branco (e não me refiro só à cor do vestido). Só seis anos, três filhos e centenas de livros mais tarde é que resolvi arrumar os meus valores como quem arruma um guarda-vestidos. Isto não, isto não se usa, isto não gosto, isto sim, isto seguramente, isto talvez. Os preconceitos foram os primeiros a desandar, assim como todos os itens que à pergunta porquê só me tinham respondido porque sim, ou, pior, porque sempre foi assim. E eu, tumba, lixo, se sempre foi assim é altura de deixar de ser e começar a abrir caminho às gerações futuras (ainda não sabia que entre os meus 12 netos se contariam nove mulheres). Ouvi ontem uma jovem a dizer, a revolução que nós fizemos nos últimos anos. Não meu amor: a revolução que NÓS fizemos nos últimos 50 anos. Mas não interessa quem fez o quê. É preciso é que tenha sido feito. E que seja feito. E eu fiz tudo, quando ainda não era suposto. Quando descobri que ser livre era acreditar em mim própria, nos meus poucos, mas bons, valores pessoais.</p>
<p>Depois foram as circunstâncias da vida. A alegria de mais um filho, erros, acertos, disparates, generosidades, ingenuidades, tudo muito bom para aprender alguma coisa. Tudo muito bom. Aprender é a palavra chave e dou por mal empregue o dia em que não aprendo nada. Ainda espero ter tempo de aprender muita coisa, agora que decidi que a Bíblia é uma metáfora da vida humana e posso glosar essa descoberta até, praticamente, ao infinito.</p>
<p>Pois é. Eu achava, pobre de mim, que era poetisa. Ainda não sabia que estava só a tirar apontamentos para o que havia de fazer mais tarde. A ganhar intimidade, cumplicidade com as palavras. Também escrevia crónicas e contos e recados à mulher-a-dias. E de repente, aos 63 anos, renasci. Cresceu-me uma alma de romancista e vá de escrever dez romances em 12 anos, mais um livro de contos (Os Linhos da Avó) e sete ou oito livros infantis. (Esta não é a minha área, mas não sei porquê, pedem-me livros infantis. Ainda não escrevi nenhum que me procurasse como acontece com os romances para adultos, que vêm de noite ou quando vou no comboio e se me insinuam nos interstícios do cérebro, e me atiram para outra dimensão e me fazem sorrir por dentro o tempo todo e me tornam mais disponível, mais alegre, mais nova).</p>
<p>Isto da idade também tem a sua graça. Por fora, realmente, nota-se muito. Mas eu pouco olho para o espelho e esqueço-me dessa história da imagem. Quando estou em processo criativo sinto-me bonita. É como se tivesse luzinhas na cabeça. Há 45 anos, com aquela soberba muito feminina, costumava dizer que o meu espelho eram os olhos dos homens. Agora são os olhos dos meus leitores, sem distinção de sexo, raça, idade ou religião. É um progresso enorme.</p>
<p>Se isto fosse uma autobiografia teria que dizer que, perto dos 30, comecei a dizer poesia na televisão e pelos 40 e tais pus-me a fazer umas maluqueiras em novelas, séries, etc. Também escrevi algumas destas coisas e daqui senti-me tentada a escrever para o palco, que é uma das coisas mais consoladoras que existem (outra pessoa diria gratificantes, mas eu, não sei porquê, embirro com essa palavra). Não há nada mais bonito do que ver as nossas palavras ganharem vida, e sangue, e alma, pela voz e pelo corpo e pela inteligência dos actores. Adoro actores. Mas não me atrevo a fazer teatro porque não aprendi.</p>
<p>Que mais? Ah, as cantigas. Já escrevi mais de mil e 500 e é uma das coisas mais divertidas que me aconteceu. Ouvir a música e perceber o que é que lá vem escrito, porque a melodia, como o vento, tem uma alma e é preciso descobrir o que ela esconde. Depois é uma lotaria. Ou me cantam maravilhosamente bem ou tristemente mal. Mas há que arriscar e, no fundo, é só uma cantiga. Irrelevante.</p>
<p>Se isto fosse uma autobiografia teria muitas outras coisas para contar. Mas não conto. Primeiro, porque não quero. Segundo, porque só me dão este espaço que, para 75 anos de vida, convenhamos, não é excessivo.<br />
Encontramo-nos no meu próximo romance.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/por-amanha-pela-rosa-por-sempre/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Continuando no Meios &amp; Publicidade&#8230;</title>
		<link>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/continuando-no-meios-publicidade/</link>
		<comments>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/continuando-no-meios-publicidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 11:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José de Noronha Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Da BOOKSMILE]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal - José de Noronha Brandão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogue.booksmile.pt/2010/02/continuando-no-meios-publicidade/</guid>
		<description><![CDATA[Para os mais cépticos&#8230; &#8220;Facebook utilizado para procurar informação sobre marcas 3 de Fevereiro de 2010, por PEDRO DURÃES Cerca de 40 por cento dos utilizadores serviu-se, pelo menos por uma vez, do Facebook para encontrar informação sobre uma marca. A conclusão é de um estudo do espanhol Observatório de Redes Sociais, que recolheu uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os mais cépticos&#8230;</p>
<p>&#8220;Facebook utilizado para procurar informação sobre marcas<br />
3 de Fevereiro de 2010, por <a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2010/02/03/facebook-utilizado-para-procurar-informacao-sobre-marcas/">PEDRO DURÃES</a><br />
Cerca de 40 por cento dos utilizadores serviu-se, pelo menos por uma vez, do Facebook para encontrar informação sobre uma marca. A conclusão é de um estudo do espanhol Observatório de Redes Sociais, que recolheu uma série de resultados animadores para as marcas que procuram tirar proveito das novas ferramentas de comunicação digital.<br />
Para a grande maioria dos inquiridos, a presença das marcas neste tipo de suportes não é considerada excessiva, nem é vista como um forma de publicidade invasiva ou agressiva. Uma em cada três pessoas considera mesmo que pode ser uma iniciativa “interessante ou divertida”.</p>
<p>Este panorama é mais evidente no Facebook, onde cerca de metade dos utilizadores afirma seguir de perto as actividades das marcas, bem como procurar na rede informação sobre elas. No Twitter essa relação entre utilizadores e marcas não é ainda tão evidente. Entre os vários tipos de acção publicitária levadas a cabo nas redes sociais são aquelas que trazem algum benefício económico aos utilizadores que registam melhores níveis de aceitação (70 por cento), sendo que as ofertas ligadas ao lazer (viagens, tecnologia e informática ou roupa) são as que mais agradam os utilizadores com respostas positivas de dois em cada três usuários.</p>
<p>De acordo com os dados obtidos pelo estudo levado a cabo pela The Cocktail Analysis, que tem por base 1565 entrevistas a internautas e seis grupos de discussão, a confiança dos utilizadores nas redes sociais está a aumentar. Dois em cada três inquiridos revelam confiar mais neste tipo de suporte do que noutros mais clássicos.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogue.booksmile.pt/2010/02/continuando-no-meios-publicidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Num País como o nosso&#8230;</title>
		<link>http://blogue.booksmile.pt/2010/01/num-pais-como-o-nosso/</link>
		<comments>http://blogue.booksmile.pt/2010/01/num-pais-como-o-nosso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 12:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José de Noronha Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matias e Matilde]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal - José de Noronha Brandão]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiras Aprendizagens]]></category>
		<category><![CDATA[Princesa Poppy]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogue.booksmile.pt/2010/01/num-pais-como-o-nosso/</guid>
		<description><![CDATA[Gostava de ver mais campanhas como esta. Com a simplicidade que só a mestria consegue conceber, com uma mensagem clara e a advertência sobre um dos flagelos sociais que mais problemas causa! &#160; Porque nós por cá preocupamos-nos com a infância, como ela é levada, a educação, o mundo de sonho e de fantasia que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostava de ver mais campanhas como esta. Com a simplicidade que só a mestria consegue conceber, com uma mensagem clara e a advertência sobre um dos flagelos sociais que mais problemas causa!</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eghGczXfMHQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/eghGczXfMHQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340" /></object></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porque nós por cá preocupamos-nos com a infância, como ela é levada, a educação, o mundo de sonho e de fantasia que nos ajudam a todos a ser adultos melhores. Seja com a <a href="http://www.princesapoppy.com.pt">Princesa Poppy</a>, os <a href="http://www.booksmile.pt/coleccao/primeiras">Quá-Quá</a>, o <a href="http://www.booksmile.pt/coleccao/scanimation">Galope</a>, <a href="http://www.booksmile.pt/coleccao/matiasematilde">Matias e Matilde</a>, enfim, seja apenas com o amor dos avós ou a distância da televisão, vale a pena ver este anúncio e olhar para o mundo da Poppy! Não estragamos nunca o que deve ser a infância!</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/a0Mk-5I5Loo&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/a0Mk-5I5Loo&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340" /></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogue.booksmile.pt/2010/01/num-pais-como-o-nosso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Obras antigas e usadas a partir de um euro no Mercado da Ribeira</title>
		<link>http://blogue.booksmile.pt/2010/01/obras-antigas-e-usadas-a-partir-de-um-euro-no-mercado-da-ribeira/</link>
		<comments>http://blogue.booksmile.pt/2010/01/obras-antigas-e-usadas-a-partir-de-um-euro-no-mercado-da-ribeira/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 17:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José de Noronha Brandão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leitores e Amigos]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal - José de Noronha Brandão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogue.booksmile.pt/2010/01/obras-antigas-e-usadas-a-partir-de-um-euro-no-mercado-da-ribeira/</guid>
		<description><![CDATA[Ouvi dizer que a partir de hoje, mais de dez mil livros antigos, usados e manuseados, estão à venda no Mercado da Ribeira (em Lisboa), com preços a partir de um euro. Desde há cinco anos que a &#8220;Quinzena do Livro Antigo e do Alfarrábio&#8221; anima o espaço do Mercado da Ribeira e já lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ouvi dizer que a partir de hoje, mais de dez mil livros antigos, usados e manuseados, estão à venda no Mercado da Ribeira (em Lisboa), com preços a partir de um euro.</p>
<p>Desde há cinco anos que a &#8220;Quinzena do Livro Antigo e do Alfarrábio&#8221; anima o espaço do Mercado da Ribeira e já lá passei valentes horas. Apesar de chegar à conclusão que o ímpeto é maior que os resultados. No ano passado, nem sequer cheguei a comprar um livro. Mas é um passeio interessante e incentiva sempre o gosto pelo livro!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogue.booksmile.pt/2010/01/obras-antigas-e-usadas-a-partir-de-um-euro-no-mercado-da-ribeira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
