Artigo no Diário Digital: 20-Jul-2010
“A Booksmile surpreende mais uma vez e editou recentemente três obras que vão surpreender os mais novos, mas também os mais velhos, principalmente «Esses Ossos – Um fabuloso esqueleto de um metro e meio, para descobrir e pendurar», com ilustrações de Ian Dicks. Mas também há «A Vida no Castelo», de Tim Hutchinson, onde podemos ser um encenador e brincar com os nossos filhos, e «O Livros das Aventuras – Jogos em 3D», de David West e Brian Lee, obra ideal para passar algumas divertidas horas com os mais pequenos. Ou seja, três livros obrigatórios para as férias.”
«Esses Ossos – Um fabuloso esqueleto de um metro e meio, para descobrir e pendurar» começa como um livro mas termina um esqueleto, com o tamanho de 1m50, para gáudio dos mais novos. Logo quando abrimos a obra surgem perguntas que vamos descobrir momentos depois, como «Quantos osssos tem o teu pé? Porque é que a coluna vertebral é oca? Qual o osso mais comprido?» Todas estas três perguntas, e muitas outras, são respondidas de um modo divertido ao desdobrarmos o esqueleto. Costelas, Esterno, Tórax, Anca, Fémur… Nenhum osso importante do nosso corpo escapa a mente de Ian Dicks, que, ao longo de cada página, explica de forma divertida a importância de cada um. «Os dois ossos a perna, separados mas ligados entre si, estão envolvidos por um tecido flexível ao longo de todo o seu comprimento. O mais grosso chama-se TÍBIA, ou osso da canela, e o mais fino chama-se PERÓNIO. Quando te dão um pontapé na canela, é a TÍBIA que te dói. AIII!»
Através de lengalengas aprendemos também como estão ligados os ossos. «O osso das costas está ligado ao osso da costela e o osso da costela está ligado ao osso do ombro e o osso do ombro está ligado ao osso do braço e o osso do braço está ligado ao osso do pulso e o osso do pulso está ligado ao osso da mão…»
«Esses Ossos – Um fabuloso esqueleto de um metro e meio, para descobrir e pendurar» (é o primeiro volume da colecção de livros 3D desdobráveis Livros à Altura) é no mínimo fascinante e cativante, uma obra que provoca ânsia pela conhecimento, mas de forma divertida. No final, depois de desdobrarmos todas as páginas, temos um esqueleto que, ao contrário do que é habitual, não provoca medo nem receio, pelo contrário…
«A Vida no Castelo» também faz parte de uma nova colecção da Booksmile, Livros-carrossel, sendo a obra de Tim Hutchinson o primeiro título publicado. Ao abrirmos o livro podemos brincar no interior de um castelo «construído na época medieval, há cerca de 800 anos», um castelo onde viveram «D. Frederico, da sua mulher, D. Leonor, e dos seus dois filhos, Teresa e Henrique». Através de um pequeno livro conhecemos quem são os moradores do local e os perigos inerentes que ameaçam a sua paz. No final do mesmo encontramos figuras que podemos destacar para assim percorrermos nós próprios os aposentos do castelo, a Igreja, a cozinha, o calabouço, o grande salão, etc. É através delas que podemos montar uma espécie de teatro com os nossos filhos, descobrindo de forma divertida a vida e a rotina diária de um castelo.
Mais uma vez a Booksmile surpreende com «A Vida no Castelo», uma obra que tudo para seduzir os mais novos, que ficam encantados com os pormenores encontrados no castelo. Os rapazes com as armaduras e as armas, as raparigas com os gatos no quarto de D. Frederico e D. Leonor. No entanto, é na cozinha, no grande salão e no calabouço, onde encontramos por exemplo a cadeira e ferros de tortura, que vivemos inteiramente na Idade Média.
Já «O Livros das Aventuras», de David West e Brian Lee, é o terceiro volume da colecção Jogos em 3 Dimensões (os anteriores foram «O Livro dos Contos de Encantar» e «O Livro dos Romanos»). No total, quatro jogos de tabuleiro em 3D (pop up) onde somos transformados durante minutos em piratas (O tesouro dos piratas), príncepes (Salva a princesa), arqueólogos (A perseguição da múmia) ou astronautas (Fuga no espaço). Um pequeno texto acompanha cada cenário, contextualizando deste modo cada aventura. Dos quatro jogos acreditamos que as andanças pelo Egipto é o mais divertido, já que a múmia persegue os nossos passos e é complicado fugir aos seus anseios de vingança…
«Esses Ossos – Um fabuloso esqueleto de um metro e meio, para descobrir e pendurar» começa como um livro mas termina um esqueleto, com o tamanho de 1m50, para gáudio dos mais novos. Logo quando abrimos a obra surgem perguntas que vamos descobrir momentos depois, como «Quantos osssos tem o teu pé? Porque é que a coluna vertebral é oca? Qual o osso mais comprido?» Todas estas três perguntas, e muitas outras, são respondidas de um modo divertido ao desdobrarmos o esqueleto. Costelas, Esterno, Tórax, Anca, Fémur… Nenhum osso importante do nosso corpo escapa a mente de Ian Dicks, que, ao longo de cada página, explica de forma divertida a importância de cada um. «Os dois ossos a perna, separados mas ligados entre si, estão envolvidos por um tecido flexível ao longo de todo o seu comprimento. O mais grosso chama-se TÍBIA, ou osso da canela, e o mais fino chama-se PERÓNIO. Quando te dão um pontapé na canela, é a TÍBIA que te dói. AIII!»
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