Quando se fecha um ano…
31/Dezembro/2009 por José de Noronha Brandão
Nunca há momentos-zero, nem conseguimos separar intervalos de tempo. Vivemos num contínuo.
Mas hoje é daqueles dias em que se convencionou que tudo muda, ou nada, mas por mais um período igual de 365 dias. Daí que à meia-noite fiquemos todos à espera de uma Cinderela, ou que a nossa abóbora se transforme num carro!
Lia um artigo em que o autor referia nunca se ter vivido tão bem que em 2009, e isto ao nível financeiro! Porque nunca as taxas estiveram tão baixas. Mas pensei, para que essa percepção fosse vivida em pleno, faltou o espírito de calma e positivo que a crise em tudo contrariou.
Por isso, elegi para 2010 uma música que tem a frase ideal para o que espero: um meio-caminho, sem extremos, sem fantasmas, sem precalços anormais.
Desejo a todos, se não melhor, uma continuidade das coisas boas que se foram passando nestes 365 dias que agora, convencionalmente, terminam!
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