Os hábitos vistos à lupa
30/Dezembro/2009 por José de Noronha Brandão
É sempre curioso ler estes estudos. De acordo com o sítio do Briefing, a GfK divulgou um estudo que disseca a relação que os portugueses têm com as redes sociais. Depois de descobrir que as operadoras móveis devem ter ficado a ver navios este ano (eu confesso que não entrei na histeria colectiva das sms nataleiras), e que o facebook foi a plataforma mais usada para os desejos de uma quadra feliz, fiquei a saber que:
Redes Sociais que conheçam, mesmo que não utilizem:
Hi5 – 88,5%
MSN Messenger – 76,6%
Facebook – 62,8%.
Referência espontânea:
Youtube é por 48% dos entrevistados
Twitter – 19,6%
Myspace – 34,5%
15 aos 24 anos – maior frequência de utilização destas plataformas.
25 aos 34 anos – maior frequência no Facebook.
Há apenas um senão neste estudo (vidé ficha técnica), é que a idade dos inquiridos, apesar de dar mais jeito aos potenciais compradores do estudo realizado pela GfK, acaba por ser redutor da verdadeira classe etária que usa as redes sociais com um potencial maior de conhecimento e interacção: os que estão acima dos 50 anos. Pois esses é que verdadeiramente, no panorama actual, são a classe menos afectada pela crise. Ou porque já estão reformados, ou, na sua maioria, porque já estabilizaram as suas vidas!
No entanto, não deixa de ser interessante estes hábitos escrutinados e a constatação de que, este ano, as operadoras móveis viram reduzir brutalmente o tráfego de sms!
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