O terramoto do Twitter

“Antes, qd se sentia um sismo corria-se para a rua, agora corre-se para o twitter.”
(tweet de @PauloNifro pouco depois do tremor de terra desta madrugada)

É verdade, se alguém ainda questionava o poder do imediatismo do Twitter e da sua capacidade de difundir instantaneamente informação, esta noite (se estivesse acordado) poderia ficar cabalmente elucidado.

Em menos de 2 minutos após o sismo desta madrugada que aconteceu à 1h38 (o maior dos últimos 40 anos), já havia relatos de que tinha sido sentido em todo o país.

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Durante os 20 minutos seguintes, até à hora certa, só houve notícias no Twitter. Nem as televisões interromperam as emissões, nem as rádios-jornais emitiram boletins especiais. Nem o site do Instituto de Meteorologia ajudou, porque se foi de imediato abaixo. Nada, só mesmo Twitter.

Não que fosse assim tão importante saber no momento o que é que se tinha passado. Mas só porque foi um sismo fraco. No dia em que for um sismo forte é que se vai ver a sua utilidade.

O Twitter é importante e por isso é que nós apostamos tanto nele como forma de comunicação com os nossos leitores e parceiros.

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