Como vender na Amazon.com
10/Junho/2009 por Manuel de Freitas
A coincidência da data não podia ser mais feliz. Hoje, dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, passámos a ter os nossos livros à venda na Amazon.com. Pode pesquisá-los aqui e ler o comunicado de imprensa aqui.
A Amazon tem os nossos livros em stock, num armazém de 70 000 m2 no Kentucky (EUA), o mesmo armazém onde o CEO Jeff Bezos passou recentemente uma semana a trabalhar – ver artigo.
Para quem se encontra fora de Portugal, esta é mais uma opção de adquirir os nossos livros, se bem que há outras livrarias portuguesas online que enviam para todo o mundo. Pode ver a lista das que conhecemos na página Onde Comprar do nosso site.
Não sabemos se somos a primeira editora portuguesa a vender na Amazon, se bem que procurámos e não encontrámos. Em todo o caso, convidamos os outros editores portugueses a colocar os seus livros na Amazon. O resto deste artigo é para eles.
Caros colegas editores:
Têm aqui uma oportunidade de colocar os vossos livros na maior livraria do mundo e assim chegar aos leitores de português que doutra forma não entrariam em contacto com os vossos títulos. Eis como fazê-lo:
- Inscrever-se no programa Amazon Advantage. As condições não são negociáveis – a Amazon requer uma margem de 55% sobre o PVP (em dólares), mas este pode ser livremente fixado pelo editor, de forma a cobrir a margem, os portes de envio para os EUA, e a comissão de emissão do pagamento.
- Introduzir os detalhes bibliográficos e as imagens dos livros – capas e não só.
- Aguardar a validação dos detalhes, seguida de uma nota de encomenda.
- Enviar os livros, à consignação, para os EUA.
Além da Amazon.com, baseada nos EUA, existem mais seis sites Amazon em todo o mundo. Cada um deles tem o seu programa Advantage independente. Nós na BOOKSMILE decidimos trabalhar apenas com a Amazon.com, mas se você quiser estar nas outras Amazon, terá de repetir o processo para cada uma delas.
Mais do que pelas vendas esperadas, fazemos isto para servir a Língua e os portugueses e lusodescendentes espalhados pelo mundo. Quanto mais editores formos a fazê-lo, mais seremos reconhecidos e mais a Língua será valorizada.
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